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Federación Anarquista 🏴
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January 31, 2025
Rádio Paralelo
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Confraria do Rock Tuga

Todos os dias das 15h as 17h
+ madrugadas da 1 as 3 da manhã

Uma comunidade de artistas nacionais que se uniram para dignificar e valorizar o rock nacional num espírito de entreajuda e irmandade.

https://confrariadorocktuga.pt

Rádio Paralelo
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#Rock #Radio

February 07, 2025
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Sexta feira das 18h as 19:30
"Crónicas Suicidas" Episódios 1 e 2

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February 06, 2025
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Freedom Press
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Livestreaming now, the Freedom Anarchist News Review!

https://www.youtube.com/watch?v=EKyQLYFc3Hs

Rough Agenda:
- Barcelona mass eviction resistance
- Greece train crash protests
- Anarchism in wartime Ukraine
- JSO appeal hearings
- The revival of Heathrow and Rosebank
- Reform polling ahead of Labour

February 04, 2025
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"Manifestação em Nova Iorque a favor das 'Três Marias'" (Julho de 1973)

No início da década de 1970, três mulheres ousaram desafiar o paradigma político, social, cultural e, sobretudo, mental da sociedade portuguesa.

No discurso do Estado Novo, o papel da mulher era frequentemente menorizado. Concebido e perpetuado como estando intrinsecamente ligado ao lar, ao marido e às funções reprodutivas, só já muito tarde se começaria a debater o feminino na esfera pública, com o colóquio "A Mulher na sociedade contemporânea", realizado em 1967, pela Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa.

Durante cerca de nove meses, entre 1 de Março e 25 de Novembro de 1971, Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa escreveram um livro que tinha como objetivo problematizar as representações sociais e o papel da mulher portuguesa. Ao contar a história de Mariana Alcoforado, freira num convento de Beja, e do seu suposto envolvimento amoroso com um cavaleiro francês, o livro as "Novas Cartas Portuguesas" dirige críticas à guerra colonial, condena as desigualdades sociais e denuncia a violência de género.

O livro seria publicado em Abril de 1972, sob a direção literária de Natália Correia, que, havendo sido instada a retirar partes da obra, insistiu, porém, em publicá-lo na íntegra. Em reação, os exemplares colocados no mercado seriam confiscados pelas autoridades e as autoras acusadas pelo Estado português de atentarem contra a "moral pública e os bons costumes".

O julgamento foi intensamente acompanhado pela opinião pública internacional, em especial pelos vários grupos feministas, que organizaram manifestações de protesto junto às embaixadas e consulados portugueses em Londres, Paris e Nova Iorque. De entre os nomes que se associaram à defesa pública das "Três Marias", encontram-se Simone de Beauvoir, Margarite Duras ou Doris Lessing.

A 7 de Maio de 1974, poucos dias após a Revolução dos Cravos, o acórdão judicial seria lido pelo juíz Lopes Cardoso: "O livro 'Novas Cartas Portuguesas' não é pornográfico nem imoral. Pelo contrário: é obra de arte, de elevado nível".

📷 Flama, Positivos, Caixote T-4, pasta "Três Marias", n° 009 (TT)

February 04, 2025
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A 3 de Fevereiro de 1927, começou, no Porto, a primeira grande revolta militar republicana do chamado Reviralho contra a ditadura militar instaurada 9 meses antes, que se alastrou a Lisboa no dia 6-7, e contou com o apoio de centenas de trabalhadores, sindicalistas e anarquistas da CGT.

A revolta foi liderada pelo General Sousa Dias e organizada em conjunto com elementos do grupo Seara Nova, como Jaime Cortesão, e republicanos da esquerda democrática e do Partido Radical, para além de sindicalistas revolucionários armados.

Os revoltosos tomaram controlo do centro da cidade do Porto, montaram barricadas em vários pontos estratégicos e contaram com o apoio de algumas unidades militares de Vila Real e Guimarães. Com as tropas da Serra do Pilar a escolherem ficar do lado do governo, a cidade foi rapidamente cercada por todos os lados e impiedosamente bombardeada até dia 7 quando os revoltosos se renderam por estarem já sem munições e com dezenas de mortos e centenas de feridos.

Apenas nesse dia começou a revolta militar em Lisboa, também com participação popular, mas esta foi de menor dimensão do que no Porto e seria derrotada no dia 9. O atraso no eclodir da revolta em Lisboa permitiu à ditadura reprimir as duas revoltas separadamente. Na sequência da revolta, centenas seriam presos e deportados, incluindo anarquistas e sindicalistas. As sedes da Juventude Sindicalista e da Câmara Sindical do Trabalho do Porto foram encerradas e a CGT ilegalizada.

Como afirmou Sarmento Pimentel, "o comando revolucionário pedia um armistício e Lisboa... revoltou-se. Nós, os do Porto, chamamos áquele levante tardio de Lisboa a ´Revolução do Remorso´".

Foi a primeira aplicação da chamada "política de frentismo" que aliava setores republicanos - os quais tinham previamente, até 1926, chefiado os governos republicanos que reprimiam os movimentos populares e sindicais - aos setores revolucionários anarquistas e anarcossindicalistas.

Podem ler aqui um depoimento de um anarcossindicalista que participou na insurreição na cidade de Lisboa: https://buff.ly/4jGO17s

February 04, 2025
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Submedia PT
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Neste dia da história anarquista, 29 de janeiro de 1911, lembramos a Rebelião da Baixa Califórnia, também conhecida como Rebelião Magonista.

https://kolektiva.media/w/4eKaMV7YVZYLJfjYu9QtqB

January 29, 2025
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A Harmónica
Rádionovela de assombro musical no coração do Porto

de trinta de janeiro a 2 de fevereiro
das 21h às 21h35
https://radio.indymedia.pt

January 27, 2025
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A população de Covas do Barroso voltou a sair à rua contra o projeto de extração de lítio.

https://www.publico.pt/2025/01/18/politica/noticia/litio-be-defende-mobilizacao-populacao-boticas-travar-mina-2119296

https://www.rtp.pt/noticias/pais/populacao-de-boticas-continua-a-luta-contra-extracao-de-litio_v1628362

Aida Fernandes, presidente da Comissão dos Baldios da zona, acusou o Estado de não estar “a cumprir o seu papel que é o de defender as populações”. E diz que “a população de Covas do Barroso está aqui outra vez a mostrar que não tem medo e que está disposta a continuar a lutar pelo que é nosso e pelo bem de todos”.

https://www.esquerda.net/artigo/covas-do-barroso-o-interesse-publico-e-defender-quem-se-mobiliza-contra-o-litio/93607

January 18, 2025
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250 Migrant Youth Occupy French Theatre since December 10

"The crisis began five weeks ago when approximately 250 migrants, invited to attend a free event, refused to leave the premises and have been occupying the building ever since.

Manifesto:
https://paris-luttes.info/occupation-de-la-gaite-lyrique-par-18947?lang=fr

Since 10 December 2024, the Collectif des Jeunes du Parc de Belleville has occupied the Gaîté Lyrique, a cultural site of the City of Paris. We are nearly 250 young people inside, that is to say almost all the unaccompanied minor who were sleeping outside a few days ago. With the support of the venue, we demand decent and sustainable hosting solutions from the state. In the absence of a government response, the City Council is responsible for protecting those who sleep in its streets.

Until the institutions react here, we organize ourselves and fight. Through mobilization and solidarity, we live with the public and provide breakfast and a warm dinner for all of us. Every day, hundreds of people gather in front of the Lyrique Gaîté and participate in our general assemblies.

We denounce the false information that is circulating about us and we will not allow ourselves to be made. If we occupy this building, it is because once on French territory, we must pass an assessment of the minority in order to be taken over by Social Assistance in Children. This racist and expedient assessment very often refutes our minority. Our only option, then, is to challenge this decision with a juvenile judge: an appeal that takes between 7 and 12 months during which we have no status recognized by the institutions, who take the opportunity to stalled our rights.

Our collective, with the conviction that the fight for respect for our rights must be waged by ourselves, has for a year been calling on the authorities to attack the authorities by occupying buildings and interrupting public events. We know that our situation is not due to a lack of resources, but is the result of repeated political choices aimed at inscarnating and criminalising migrants.

We repeat: we will not leave the Gaîté Lyrique without a dignified provision of accommodation.

We demand:

Immediate accommodation for the 250 occupants of the Gaîté Lyrique;
May Hidalgo and Mrs Filoche show courage by standing by our side to demand from the State the necessary means to take care of ourselves;
Let all the forces of the left participate in the fight against racism, for a dignified reception system and the equal rights of all

Join us every day at 6 p.m. in front of the Gaîté Lyrique, follow us on social networks and contribute to our jackpot.

@Belleville.mobilisation
https://www.helloasso.com/associations/liberte-egalite-papiers/forms/1

The Belleville Park Youth Collective
https://instagram.com/belleville.mobilisation/

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Excerpt from news:

"The theater, known for its alignment with radical left-wing circles, regularly hosts performances, exhibitions and installations that reflect these values. On December 10, 2024, the theater held an event titled "Reinventing the Reception of Migrants in France," which featured speakers from various universities, representatives from the Red Cross, and 250 migrants from African countries, warmly welcomed by activists organizing the event.

However, after the event concluded, the invited migrants refused to vacate the premises.

Over the past five weeks they have been occupying the theater, preventing scheduled performances and bringing the theater to the verge of financial collapse.

All performances have been canceled through January 24.

In a statement, the theater's management revealed that the number of migrants occupying the space has since risen to 300. They noted that "sanitary conditions are deteriorating daily, and staff are left to handle the situation alone." Management called on authorities to find housing solutions for the migrants but added: "Although the occupation is forced, it is unthinkable for the Gaîté Lyrique to cast these people into the streets in the dead of winter."

#theatre #france #migrants #occupy

January 17, 2025
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https://eventos.coletivos.org/event/convocatoria-de-acao-os-lobos-voltam-a-uivar-na-serra

🚨 CONVOCATÓRIA 🚨

18 de Janeiro - Ação contra a invasão mineira da Serra em Covas do Barroso

⛔️ Há sete anos a nossa comunidade levantou-se contra uma mina de Lítio à porta casa, proibindo a empresa Savannah Resources de aceder aos terrenos baldios, da junta de freguesia e de particulares.

📃 Este impedimento vigorou até ao passado dia 6 de dezembro, momento em que a Secretária de Estado da Energia concedeu uma servidão administrativa autorizando o acesso da empresa aos terrenos. Durante um ano.

🚜 A empresa não perdeu tempo. Contra a vontade das proprietárias, avançou com as máquinas e começou a aplanar a Serra para colocar plataformas de prospecção.

Esta pressa não surpreende: as prospecções que nunca conseguiu terminar são um passo fundamental para o cumprimento do relatório de conformidade (RECAPE) estabelecido na Declaração de Impacte Ambiental (DIA) concedida pela Agência Portuguesa do Ambiente. Sem prospecções, não há mina.

‼️ Quem também não perdeu tempo foram as almas que agoiraram o fim da oposição. Afinal, pouco há a fazer contra o apoio de um Estado que quer, pode e manda. Como fez o Estado Novo de Salazar um dia ao forçar o seu Plano de Povoamento Florestal nos baldios.

50 anos após o 25 de Abril, o Estado continua a impor projetos à força, indiferente à realidade e às vontades das pessoas, chamando tudo isto um “procedimento normal”.

🌳 Só que o que se passa é tudo menos normal. Não é normal colocar quatro minas a céu aberto a escassos metros de três aldeias. Não é normal esventrar a Serra, desviar cursos de água, destruir um modo de vida reconhecido como Património Agrícola Mundial.

Tampouco é normal menosprezar a voz das pessoas e atuar como se nada tivessem a dizer sobre o lugar que habitam, cuidam e amam.

♻️ E tudo isto em nome de políticas de descarbonização que não resolvem a crise ecológica que todas enfrentamos, e que servem para encher os bolsos de uns poucos.

✊🏼 A única coisa normal aqui é RESISTIR. Em defesa da Serra e dos modos de vida que dela dependem. E por um combate à crise ecológica justo, que apenas sacrifique os responsáveis pelo estado a que chegámos.

👩🏼‍🌾 Não somos nem seremos meros territórios de extração. E nunca desistiremos de lutar: contra uma empresa, um Estado e todos aqueles que se uniram para acabar com a nossa comunidade.

🐺 Os lobos voltam a uivar na Serra.

Dia 18 de janeiro, às 11 horas, as alcateias reúnem-se no Largo do Cruzeiro de Covas do Barroso para rejeitar o despacho ministerial de obediência. Traz comida para partilhar.

O tempo da servidão acabou!

January 16, 2025
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A partir montras desde 2016

Rádio Livre, Anarquista, Auto-Gerida

Emissão digital a partir da livraria-bar Gato Vadio no Porto.
https://gatovadiolivraria.blogspot.com/

October 19, 2024